A Receita Federal, o Comitê Gestor do IBS e o Encat publicaram, duas notas técnicas sobre a NFe e a NFCe
Área do Cliente
Notícia
Governo quer facilitar uso de isenção para a média empresa
Comércio exterior: Regras do drawback serão aperfeiçoadas, diz secretário
Nos próximos dias deve ser publicada a regulamentação de mudanças nas regras do drawback, para eliminar problemas legais no uso do mecanismo, especialmente por pequenas e médias empresas exportadoras, informou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. Uma das principais medidas será a garantia legal de que exportadores poderão ter isenção de impostos federais na compra de insumos nacionais, mesmo quando não usarem nenhum insumo importado na produção. Hoje, esta possibilidade é vedada pelas regras do drawback.
"Não vai haver nenhuma grande mudança em relação às regras de 2008, não há mágica, estamos resolvendo problemas que surgiram com a aplicação das novas medidas anunciadas no ano passado", explicou o secretário.
As médias empresas são, hoje, 25% das exportadoras brasileiras e garantem cerca de 7% do total das exportações. Já desestimuladas pela valorização do real em relação ao dólar, que torna menos competitivos os produtos com custos em real e preços de venda em moeda estrangeira, essas empresas devem ficar ainda mais desestimuladas a exportar devido ao crescimento do mercado interno, para o qual podem dirigir as mercadorias. "O mercado interno muito aquecido é desincentivo à exportação, queremos reduzir esse desincentivo, pelo menos", diz Barral.
Um dos principais alvos do Ministério do Desenvolvimento, neste ano, é a redução do acúmulo de créditos tributários, impostos cobrados indevidamente dos exportadores, que deveriam ter sido devolvidos às empresas. "A melhor maneira de evitar acumulo de créditos é evitar a cobrança de impostos, com mecanismos como o drawback", argumenta Barral.
As medidas não afetam, porém, o que é considerado o maior gargalo para devolução dos créditos, que é a demora dos governos estaduais em reconhecer e devolver impostos recolhidos pelos exportadores. O governo federal ainda negocia com as secretarias estaduais de Fazenda, no Confaz, mecanismos para resolver a questão.
Pelo drawback, as empresas podem importar, sem pagar imposto, partes e peças para mercadorias destinadas à exportação. Recentemente, o governo, com o drawback verde-amarelo, incluiu a compra de partes e peças nacionais no programa de isenção tributária. No fim de 2009, ajustou o sistema, com o drawback integrado, para atender à agroindústria, que não incorpora partes e peças a seus produtos, mas usa insumos que não deveriam conter tributo, já que estão em linhas de produção para exportação. A regulamentação deve resolver casos específicos que esbarraram em filigranas jurídicas, como o de pescados e a criação de camarões.
Outra medida a ser regulamentada no início do ano simplificará o sistema, fundindo em um só formulário e processamento os tipos de drawback, que até dezembro eram submetidos a processamento diferente. "Isso não era problema para grandes empresas, mas dificultava a vida das menores", diz o secretário, que pretende, também, aumentar a divulgação das facilidades existentes.
"Há muita desinformação, por isso as exportações não alcançam o potencial", comenta Barral. Também no esforço de popularização dos instrumentos de exportação, o ministério pretende lançar a versão pela internet do sistema informatizado de registro de comércio exterior (Siscomex), o Siscomex-Web. "Vai facilitar a operação pelos administradores, que poderão acessar o sistema por celular, ou de qualquer lugar do mundo."
Barral reconhece que as medidas anunciadas são insuficientes para mudar significativamente o ritmo de declínio das exportações, fortemente afetadas pela crise financeira mundial e pela retração dos mercados internacionais. "Temos de continuar trabalhando para desonerar as exportações, melhorar a infraestrutura e desburocratizar", afirma o secretário.
Notícias Técnicas
O Procurador-Geral Adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União, Theo Lucas Borges, afirmou que a PGFN vê a transação tributária como mais adequada que programas amplos de parcelamento, como o Refis
Atualização do Sisbajud acelera ordens judiciais e permite monitoramento automático de contas por até um ano
Transferência de patrimônio não gera IR, mas exige atenção às regras da declaração, ao recolhimento do ITCMD e às situações que podem resultar em tributação sobre ganho de capital
Com o prazo de entrega da declaração se aproximando, cresce o número de brasileiros que recorrem à I.A. para tirar dúvidas sobre regras fiscais
Notícias Empresariais
Quando decisões são construídas coletivamente a partir de entendimentos profundos, elas não apenas funcionam melhor. Elas resistem ao tempo, às pressões internas e às mudanças de contexto
Você já esteve em uma reunião em que preferiu não dar sua opinião de imediato? Provavelmente agiu bem, mas pode ter sentido desconforto
Com apenas 27% dos gestores engajados, empresas precisam rever metas, suporte emocional e modelos de gestão para evitar perda de produtividade
O SASE propõe uma abordagem diferente ao aproximar os mecanismos de segurança do ponto de acesso do usuário
Em um Brasil pressionado por juros altos, inflação persistente e recordes de inadimplência, empresas precisam parar de reagir ao mercado e começar a construir previsibilidade financeira
Notícias Melhores
Atividade tem por objetivo garantir a perpetuidade das organizações através de planejamento e visão globais e descentralizados
Semana traz prazo para o candidato interpor recursos
Exame de Suficiência 2/2024 está marcado para o dia 24 de novembro, próximo domingo.
Com automação de processos e aumento da eficiência, empresas contábeis ganham agilidade e reduzem custos, apontando para um futuro digitalizado no setor.
Veja as atribuições da profissão e a média salarial para este profissional